15' jul. de 2010: é só quando me perco na vastidão do sentimento amoroso que tento o toque - o gesto mais simples - e estanco na precisão da mão que pretendia ultrapassar o ar e alcançar o rosto por necessidade do mesmo gesto. meu coração sempre foi do gesto. os batimento continuamente interferidos pela sensação que corre a pele depois de receber a presença dos dedos. minhas pulsações tão motivadas pela sensação do toque - dele em mim - aguardam ainda algum movimento de amor em atitude.

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