30' mar. de 2010: nossa dimensão não cabe num quarto, num espaço que pretende o romance. de tão diferentes convergimos. me choco na pele, no abraço que tento - tentacular - aliviar minha aflição. vivo na angustia do risco de me pôr crescente e nunca hesitar o toque quando a palavra não basta. é na minha mão que eu sinto nosso acordo. nos dedos que adornam os hematomas antes de dormir. nas tantas vezes que sem razão demencio ao ciúme e confundo o zelo.

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