9' dez. de 2009: ainda a chuva. olho pela janela enquanto penso nos dias de sol ardendo na pele. escorre. escorro. antes a chuva todos os dias. antes nossos pés nas poças. mas estamos protegidos e a água que nos molha desce numa vertical que não vem do céu. escrevemos promessas nos vidros embaçados e nos perguntamos, em silêncio, até quando duram.

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