19' nov. de 2009: a tranquilidade espreita, dissimula uma dúvida, mas passa. os dias acumulam no pó dos móveis, nas roupas passadas, nas calcinhas penduradas no varal. minha distração cabe certa no sono, no descanso do meu corpo, na serenidade que agora se ocupa de todos os sentidos. e eu deixo, deixo todo acumulo se instaurar porque eu quero a desatenção das coisas. eu quero focar - apenas - no coração.

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