20:50h me sinto alforriada. 20:54h a liberdade me visita. 20:55h ela me toca as pernas. 21h penso num gozo. 21:01h não é essa a sensação? 21:12h confirmo o tamanho do ridículo. 21:16h não há nada mais incólume do que o ato de não amar. 21:17h desamo. 22:22h prendo os cabelos de um jeito novo. 22:36h tento um movimento com os lábios. 22:37h cacoete, quero dizer. 23h merecia uma promessa. 23:01h mas o fato é que: não acredito em promessa alguma. 23:11h ainda aquela música. 23:20h eu preciso sim. 23:38h acho uma dádiva viver o meu vazio. 00h proclamo - feliz é o homem que. 00:01h nenhuma heresia me assola. 00:02h quero estar aqui. 00:18h a solidão me sabe. 00:19h a solidão, eu disse. 00:20h não há mal pior do que o discurso dos solitários. 00:59h jamais ouso lamentar a falta. 01h e falo por força da verdade. 01:01h famigerados risos. 01:17h acreditamos no bastar-se? 01:33h sorrio genuinamente como quem responde a mais difícil das questões. 01:48h malogramos, claro. 02:02h decifra-me com algum esforço. 02:03h tenta uma surpresa. 02:04h prometo no fim. 02:05h a palavra "promessa" insiste. 02:56h eu sei, soa vulgar. 02:57h somos vulgares, não? 02:58 parece uma farsa. 02:59h talvez seja. 03:14h canto aquele refrão. 03:15h me entenda. 03:16h qual é o problema? 03:17h repito ainda. 03:18h thank God it's fatal - not shy. 04:44h pareço dissimulada. 04:45h é sempre por vocação. 04: 50h mas eu juro. 05:05h não, eu não minto.

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