30' jan. 2008: a madrugada me atrai pelo silêncio. pelo cuidado do meu passo a passo na casa. o chão de madeira as vezes range. todo e qualquer som ecoa pelos cômodos. me repito nesse tempo em que meus olhos ardem e olheiras se mantém cuidadosamente no meu tom de pele. a solidão de não dizer nenhuma palavra. me agrada o meu próprio silêncio.

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